Se dedica à dança contemporânea, seja como dançarina-intérprete, seja como coreógrafa e como professora. Com métodos próprios de ensino para crianças, adolescentes e adultos, Greice já coordenou várias oficinas, muitas delas gratuitas, em parceria com a Cammino Núcleo de Dança, desenvolvendo abordagens do movimento lúdico para as diferentes faixas de idade. Tem participado de várias manifestações coletivas voltadas a valorizar diferentes linguagens do corpo e a dança como expressão humana da cultura. Tem coordenado performances que integram eventos mais amplos na área da dança contemporânea em todo o Estado.
Ou simplesmente Marcinha, dedica-se ao reconhecimento e divulgação das danças afro. Remanescente da chamada comunidade de Vila África, área no bairro Independência, tem lutado para a preservação da memória daquela área, através da tradição oral, da dança, do tambor, da trança, do samba, entre outras manifestações. Dançarina, professora de danças africanas e afro-brasileiras, tem uma trajetória como artista que conta com envolvimento em pesquisa e atuação junto ao Batuque de Umbigada, de Samba Lenço, a Capoeira, o Jongo e a Dança dos Orixás. Sempre envolvida em iniciativas populares, Márcia tem levado a música afro a eventos diversos, como o projeto “Quebradas e Cultura”.
Paulistana, foi após longa experiência como bailarina de formação clássica, coreógrafa e professora que preparou bailarinos que se destacaram inclusive internacionalmente, que Camilla Pupa fixou-se em Piracicaba. Trouxe consigo a experiência de maitre de balé, diretora de companhias de dança e, a partir de 2008, assumiu a direção artística da Companhia Estável de Dança de Piracicaba (CEDAN), preparando bailarinos e professores para o mercado de trabalho. Envolveu-se em projetos sociais como o Palco para Todos, que atingiu várias cidades do Estado, Projeto Luz e Arte, e foi coreógrafa de alas da Escola de Samba Unidos do Peruche no carnaval de 2011, levando ao sambódromo integrantes da CEDAN. Atua como professora em companhias de dança e integra comissões julgadoras de festivais e é diretora do Sindicato dos Profissionais da Dança do Estado de São Paulo (Sinddança).
Conheça alguns nomes de mulheres ancestrais
relevantes no cenário social, cultural e
artístico de Piracicaba
Em quaisquer áreas que se mapeie, há mulheres se redescobrindo, propondo projetos diferenciados, ampliando alternativas de participação e reconhecimento.
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