É figura reconhecida e aplaudida na cidade. Vinda de uma família de músicos e artistas, começou a compor aos oito anos. Com um timbre de voz especialíssimo, foi comparada às grandes divas do jazz, como Billie Holiday e Sarah Vaughan, gerando críticas e aplausos entusiasmados em programas como o The Voice Kids Brasil e Encontro com Jô, ainda adolescente. Já cantou acompanhada por orquestras, na Sala São Paulo, Brasil Jazz Sinfônica, no Bourbon Festival Paraty e tendo como companhia de palco Fafá de Belém, Leila Pinheiro e Luiza Possi. Em 2021 lançou seu álbum de estreia “Bebé”, buscando uma nova estética sonora
É graduada em clarineta e regência pela UNICAMP e mestre em musicologia pela USP. Sua atuação se consolidou como maestrina e desde 1988 como diretora artística da ESALQ- USP, onde é regente titular de vários grupos corais, com os quais realizou turnês. Vinda de uma família de músicos – a avó materna era violinista que tocou em orquestras de cinema mudo e o avô foi músico de banda – começou a se dedicar a essa área desde os sete anos, passando a já dar aulas na Escola de Música aos 16, atividade que também exerceu no ensino superior. Cintia vem acompanhando o projeto Luzes e Vozes da ESALQ, carro chefe da instituição na área da cultura e extensão, desde que foi criado, em 1996.
Teve sua formação musical no Conservatório de Tatuí, onde se dedicou à MPB e ao jazz. Como cantora, tem como característica marcante a ousadia no improvisar. E assim tem marcado seus shows, que acontecem nos mais variados espaços de Piracicaba, como clubes sociais, feiras, varejões, SESC, envolvida também, nos últimos anos, em parceria com o projeto Hot Club de Piracicaba. Já foi premiada como intérprete em festivais e tem um CD gravado, o “Por um fio”, além de trabalhos com grupos como Sambaelétrico e Vintena Brasileira.
conhece bem o que seja fazer música em espaço predominantemente masculino. Professora de música, regente de coral, foi no universo da viola caipira, ambiente característico da cultura sertaneja e rural no país, que vem caracterizando uma atuação pioneira, sendo uma das criadoras da Orquestra da Viola Caipira As Piracicabanas, nascida em 2010, e que já possui um disco gravado. Com interesse nascido a partir de uma oficina com Mazinho Quevedo, Marcela Costa foi também uma das fundadoras da Orquestra Piracicabana da Viola Caipira que reunia homens e mulheres. Para Marcela, a viola é um dos instrumentos mais voltados à música raiz, com características regionais, tanto de ritmo quanto de afinação, além do jeito de tocar.
Com seus 82 anos, mais de 65 anos de atividade como cantora, recebeu em 2018 o Troféu Governador do Estado na área de música, escolhida pelo voto popular. Aos sete anos, já cantava em atividades no colégio de freiras onde estudava, em Piracicaba. Depois, veio um programa de calouros numa rádio local. E nunca mais parou: foram os programas de rádio em São Paulo, concurso de calouros, gravação de disco pela RCA, chegando a atuar na TV Record. Mas continuou a estudar, garantindo uma atividade paralela à música, para garantir a subsistência, trabalhando em escritório de contabilidade e voltando-se à vida artística apenas aos finais de semana. Aposentada, dedicou-se mais a shows, cantando todos os gêneros. Busca sempre se atualizar, já utilizando-se de plataformas digitais para divulgar seus trabalhos.
Conheça alguns nomes de mulheres ancestrais
relevantes no cenário social, cultural e
artístico de Piracicaba
Em quaisquer áreas que se mapeie, há mulheres se redescobrindo, propondo projetos diferenciados, ampliando alternativas de participação e reconhecimento.
Made with
Easy Website Builder