Publicitária, é uma mulher envolvida em muitos dos movimentos populares de Piracicaba dos últimos anos, criados para valorizar a memória, as tradições, as manifestações de arte e cultura. Grupos como o Coletivo Piracema, o Festival Culturas Regionais e Artes Urbanas (Festival Curau), a Associação Pró-Cultura, projetos como o Faça Um Natal Diferente - que distribuiu livros a crianças de bairros periféricos nos últimos anos - têm sua participação. Integra o Coletivo REc, que envolve documentaristas piracicabanos com projetos autorais. Fran foi uma das criadoras da Casa Nômade, espaço de Piracicaba voltado à alimentação saudável e que fomenta a agricultura familiar, valorizando produtores locais e fortalecendo opções de alimentação mais conscientes.
É a pessoa a quem se poderia chamar de uma ativista múltipla. Historiadora, educadora ambiental, atriz, Mari Pedrozo assume o papel de produtora cultural há anos, dialogando com os mais variados eventos e movimentos artísticos locais que busquem e pretendam a preservação das tradições populares e da memória, numa perspectiva de valorizar a diversidade e não apenas o entretenimento. Integrante e produtora do Fórum das Tradições Populares de Piracicaba, é possível vê-la envolvida na criação ou participação em eventos já tradicionais na cidade, como o Festival Curau – Culturas Regionais e Artes Urbanas, da qual foi uma das idealizadoras, a Festa dos Batuques Paulistas, o Coletivo Piracema. Como gestora de projetos alinha seu trabalho às áreas da música, teatro, cinema, literatura, agricultura familiar e economia solidária.
Conhecida por sua atuação na área da dança, Fernanda Ferreira de Oliveira
desenvolve trabalhos que vão muito além de ser bailarina e coreógrafa. Mestre e
doutora em educação, é professora de educação infantil na rede municipal de ensino, onde desenvolveu pesquisas com bebês de 0 a 3 anos. Além de questões sobre experiência estética, arte e ocupação, seu foco tem sido a relação entre a criança e o despertar para a arte, origem de seu livro “O caldeirão da Bruxa... ela é artista: experiência estética com a arte na educação infantil”. Palestrante, sempre envolvida em manifestações em defesa da cultura piracicabana, é integrante de grupos como Baque Caipira, Samba de Lenço e Ponto de Cultura Vila África, e trabalha com jovens da Casa do Hip Hop. Foi uma das fundadoras do Coletivo Anônimos da Dança, e como produtora tem desenvolvido vários projetos aprovados pelo ProAC.
Conheça alguns nomes de mulheres ancestrais
relevantes no cenário social, cultural e
artístico de Piracicaba
Em quaisquer áreas que se mapeie, há mulheres se redescobrindo, propondo projetos diferenciados, ampliando alternativas de participação e reconhecimento.
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